É difícil explicar o sentimento que me percorre ao escrever sobre este tema. É um misto de alegria e tristeza e também de orgulho e vergonha. Mas uma coisa é certa, o dia 6 de Novembro de 2009 ficará para sempre na minha memória.
Para quem não sabe o que se passou neste dia (o que eu duvido), Paulo Bento (treinador do Sporting) apresentou a sua demissão após uma série de maus resultados do clube. Com a enorme quantidade de demissões de treinadores que existem no futebol português, esta notícia não teria motivo para merecer um intenso destaque, contudo eu até acho que o relevo dado à notícia foi pouco tendo em conta o Homem de quem se fala.
Para mim não era um treinador como os outros. E não estou a falar de conhecimentos técnicos e tácticos, que na minha opinião também eram muito bons. Estou a falar das qualidades com homem.
Num mundo futebolístico corrupto, viciado, desonesto e com falta de dignidade, é de louvar saber que ainda há homens como Paulo Bento que se recusam a entrar nesta engrenagem e se mantêm fiéis aos seus princípios. Paulo Bento é uma Homem raro de encontrar no mundo moderno, seja no futebol ou noutros meios. Ao falar dele surgem-me rapidamente adjectivos como corajoso, respeitável, heróico, honesto, magnífico, justo, coerente, sério, virtuoso, honrado, disciplinado, trabalhador, etc.
Tem um carácter soberbo e várias vezes defendeu o Sporting contra tudo e todos até em áreas que não eram das suas funções. Protegeu sempre os seus atletas e restante equipa técnica e quando era preciso ir à luta estava sempre na linha da frente.
Foi muitas vezes acusado de ser um disciplinador e de criar conflitos no balneário. A esses comentários só posso dizer que ao que alguns chamavam de disciplina excessiva, eu chamo de seriedade, rigor, justiça e organização no trabalho.
Não tenho vergonha de assumir que este Homem é um exemplo e um herói para mim e até na hora da sua despedida foi um homem de princípios, pois não exigiu qualquer compensação monetária para sair do clube, tendo apenas recebido a quantia normal até ao seu último dia de trabalho.
Para terminar apenas quero dizer que tenho 21 anos e proximamente espero entrar no “mundo do trabalho” e quando esse dia surgir, se conseguir de ter metade das qualidades do Paulo já me poderei considerar um homem de valor.
Obrigado pelo exemplo!!
Para quem não sabe o que se passou neste dia (o que eu duvido), Paulo Bento (treinador do Sporting) apresentou a sua demissão após uma série de maus resultados do clube. Com a enorme quantidade de demissões de treinadores que existem no futebol português, esta notícia não teria motivo para merecer um intenso destaque, contudo eu até acho que o relevo dado à notícia foi pouco tendo em conta o Homem de quem se fala.
Para mim não era um treinador como os outros. E não estou a falar de conhecimentos técnicos e tácticos, que na minha opinião também eram muito bons. Estou a falar das qualidades com homem.
Num mundo futebolístico corrupto, viciado, desonesto e com falta de dignidade, é de louvar saber que ainda há homens como Paulo Bento que se recusam a entrar nesta engrenagem e se mantêm fiéis aos seus princípios. Paulo Bento é uma Homem raro de encontrar no mundo moderno, seja no futebol ou noutros meios. Ao falar dele surgem-me rapidamente adjectivos como corajoso, respeitável, heróico, honesto, magnífico, justo, coerente, sério, virtuoso, honrado, disciplinado, trabalhador, etc.
Tem um carácter soberbo e várias vezes defendeu o Sporting contra tudo e todos até em áreas que não eram das suas funções. Protegeu sempre os seus atletas e restante equipa técnica e quando era preciso ir à luta estava sempre na linha da frente.
Foi muitas vezes acusado de ser um disciplinador e de criar conflitos no balneário. A esses comentários só posso dizer que ao que alguns chamavam de disciplina excessiva, eu chamo de seriedade, rigor, justiça e organização no trabalho.
Não tenho vergonha de assumir que este Homem é um exemplo e um herói para mim e até na hora da sua despedida foi um homem de princípios, pois não exigiu qualquer compensação monetária para sair do clube, tendo apenas recebido a quantia normal até ao seu último dia de trabalho.
Para terminar apenas quero dizer que tenho 21 anos e proximamente espero entrar no “mundo do trabalho” e quando esse dia surgir, se conseguir de ter metade das qualidades do Paulo já me poderei considerar um homem de valor.
Obrigado pelo exemplo!!